domingo, junho 26, 2005

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Escrito por Elise às 9:49 da manhã

7 Comments:

Pois eu te digo, nem casamentos - que lhes chamem outra coisa - e muito, muito, muito menos a adopção. Isso, então, nem pensar. Como diria o Perestrelo, "nem que jacaré tussa"!
Francis
Blogger Francis C. Afonso, at junho 26, 2005 1:37 da tarde  
Porquê francis?
Blogger Elise, at junho 27, 2005 12:19 da manhã  
1) Porque isso é um forte condicionamento psicológico para a criança siga o caminho da homossexualidade.
2) Então é isso. Andam a ficar "tesos". É por isso que agora utilizam cães "suicidas" para perpretarem os seus massacres. Já não há dinheiro para pagar às famílias dos "mártires"?
Azurara
Blogger azurara, at junho 27, 2005 3:41 da manhã  
Não sei se é uma condicionante tão forte.Não esqueçamos que uma boa parte dos homossexuais tiveram pais heterossexuais.

Azurara, o cão vale muito pouco no ISlão. sabias?
Blogger Elise, at junho 27, 2005 9:45 da manhã  
Cada um é livre de fazer seja o que for e tomar o caminho que melhor se enquadre na sua forma de pensar.. quanto à adopção sou contra a 100%.. uma criança tem direito a ter um pai e uma mãe, já viram o que iria sentir quando fosse para a escola e começassem as perguntas normais dessa idade? Isso iria concerteza afectar e condicionar toda a sua vida e vivência futura, iria ser sempre marcada e poderia ser muito feliz em casa mas fora.. ficam-me muitas dúvidas e algumas certezas... Beijos
Blogger maresia_mar, at junho 27, 2005 11:35 da manhã  
Eu não aceito que me queiram fazer sentir culpado pelo facto de ser heterosexual.

A regra é a heterossexualidade. Doa a quem doer. A homossexualidade - minoritária, doa a quem doer - deve ser contudo respeitada, mas não imposta como padrão de vida - que não é, doa a quem doer.

O casamento homo - o que quer que isso seja - visto como um contrato privado tutelado pelo Estado não me incomoda.

Na adopção convém lembrar que o interesse prevalente é o da criança - não o direito do homossexual a adoptar - e, por isso, enquanto do ponto de vista científico se afirmar o primado da conveniência da dicotomia masculino-feminino como padrão e referência de vida para a criança, não vejo como deva ser permitida a adopção por parte de casais homossexuais.

Concedo, aliás, que um homossexual, vivendo sozinho, possa adoptar uma criança. Mas aí o ponto de partida é a família monoparental. Não a vulgarização da união gay como critério de família procrativa.

Ademais, as associações gays só reclamam a diferença quando lhes convém.

Pior, querem impor-me padrões que não são os meus como se os padrões "modernos", "cultos", ou "avançados" tivessem que ser obrigatoriamente os homossexuais.

Aliás, é esta atitude impositiva que vai tornando insuportável e que desautorizam a razão que as queixas gays tinham na origem.

Nisto como em tudo o mais na vida, o segredo é saber parar enquanto temos razão...
Anonymous carneiro, at junho 27, 2005 3:07 da tarde  
I have to say that my portuguese if very basic but some of the comments I have read here are obviously from people that still live in their safe "50s era". Wake up and smell the coffee. Heter, homo and whatever else there is has nothing to do with being good or bad parents. Adoption by homosexuals should be acceptable and not even questioned. When society can just remove the sexual component from the questionnaire then millions (yes, millions) of children world wide will be taken into homes where they will be loved, cherished, cared for and made safe, allowed and taught to be productive members of society. But because of people's prejudices (much like against jews, blacks, orientals, women etc of previous eras) these children are made to suffer in homelessness, institutions and foster care. Just because a couple is hetero does not mean that they will be good parents. There are hundreds if not thousands of examples of people that were adopted by hetros that turned out to be abused, etc or become murders etc. Sexual orientation has nothing to do with the situation. There will be child custody cases whatever the couple is straight or gay. That is what society is like. There are no guarantees of anything. I have several friends that are adopted who's parents are divorced. One day I hope that my children will not see the colour of one's skin, the sexual orientation of others and see people for their friends. M.
Anonymous Anónimo, at junho 27, 2005 9:20 da tarde  

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