quinta-feira, junho 22, 2006

Sinais?

Escrito por Elise às 12:08 da tarde

7 Comments:

Deixar os pais escolherem as escolas, e as escolas escolherem os professores.
Blogger Gonçalinho, at junho 22, 2006 1:41 da tarde  
sim, todas as escolas públicas. :)
Blogger Elise, at junho 22, 2006 2:17 da tarde  
tu sabes que eu concordo contigo a 100%.. por trás do meu escitório existe uma EB, no meio de um bairro problemático e eu sei o que é a vida nesta escola, coitados dos professores e coitados dos alunos (alguns).. é raro o dia que aqui não venha a PSP ou o 112... Urge fazer-se algo. Bjhs
Blogger maresia_mar, at junho 22, 2006 2:33 da tarde  
o grande problema é que a ME parece estar a passar a mensagem que antes de os professores concorrerem às vagas nas escolas problemáticas, terão de fazer um estágio com o grupo de intervenção rápida do exército. seria uma óptima medida se fosse generalizada a todas as escolas públicas...
Blogger aL, at junho 22, 2006 4:05 da tarde  
Não concordo com a dispersão do "mal pelas aldeias" - que é o método actual.

Há turmas com 2 ou três "problemáticos" que afectam a turma toda e impedem os outros de aprender, ao mesmo tempo que vulgarizam comportamentos inaceitáveis.

Para grandes males, grandes remédios. Os miúdos com problemas devem ser reunidos numa mesma turma com professores especializados nesses problemas e deixar os outros aprender e viver com normalidade nas outras turmas.
Toda a gente fala dos direitos dos miúdos problemáticos, mas esquecem-se dos direitros dos miudos que não são problemáticos e que têm direito a aprender numa escola normal, em condições normais de aprendizagem, sem serem perturbados por colegas que estão na escola para fazer tudo menos para aprender o que quer que seja.

O principal problema da nossa democracia é que houve alguém que estabeleceu com força constitucional que é mais fácil obrigar 25 a suportar o cheiro a bedum dum gajo que não toma banho do que obrigar esse gajo a tomar banho.

A escola do Lumiar onde a professora foi agredida é frequentada na maioria por ciganos de um bairro de habitação social pago pela comunidade. E se está na cultura cigana aquele tipo de comportamento, há que ter mecanismos especiais para lidar com aquele tipo de cultura. Isto não é discriminação, é actuar adequadamente face a cada situação concreta. O disparate que se faz desde 1974 é fingir que estes miúdos não têm uma culura familiar e tribal diferente da maioria e que podem ser destinatários das mesmas regras que se aplicam ao resto da população. E como este sistema não resulta, os outros que não são ciganos acabam prejudicados pelo grau menor de exigencia que é dirigido aos ciganos. E quando as pessoas se sentem prejudicadas, reagem e reclamam. E correm o risco de ser apelidadas de xenófobas apenas porque estão a reclamar pelos seus direitos.

Por isso, menina Elise, nada se resolve a distribuir os ciganitos por várias escolas. Ao contrário, há que concentrá-los. Mediante especial esforço financeiro da comunidade (que eles não agradecem, aliás), dar-lhes professores e meios especiais para que eles aprendam as regras básicas da convivencia democrática e civilizada e, só depois, é que podem e devem ser distribuídos pelas escolas para que se integrem com naturaliddae numa sociedade que também pode ser deles (assim eles o queiram).
Anonymous carneiro, at junho 23, 2006 11:22 da manhã  
carneiro, poderiamos ir mais longe e discutir a questão dos bairros sociais.
Blogger Elise, at junho 23, 2006 1:01 da tarde  
contigo vou tão longe quantos queiras.Já sabes.
Anonymous carneiro, at junho 23, 2006 4:08 da tarde  

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